Para que os filhos de Deus cresçam saudáveis. Tendo em vista a liberdade cristã ensinada no Novo Testamento, não pretendemos, com este artigo, estabelecer ou defender regras alimentares, senão apenas utilizar o tema como ilustração para ensinamentos de cunho espiritua l (Rm.14.2-3). Em nossa alimentação diária, ingerimos uma série de substâncias. Algumas são imperceptíveis, escapam ao nosso conhecimento ou não recebem a devida atenção. Por exemplo, ao comermos feijão com arroz estamos, de fato, consumindo muito mais do que isso. Nosso prato contém também água, sal, gordura, alho e cebola (considerando um tempero mineiro habitual). Pode ser que também estejam ali elementos estranhos provenientes da lavoura ou mesmo da cozinha, tais como agrotóxicos, bactérias, etc. O propósito nutricional vem, muitas vezes, acompanhado de outros efeitos nem sempre desejáveis ou benéficos. Alguns males manifestam-se de imediato. Se o alimento estiver estragado, sofreremos logo co...