segunda-feira, 7 de junho de 2010

Ace Infiniti





Meu amigo aice infiniti do Tennessee - USA

Website: http://myspace.com/aceinfiniti

As Raizes do NAZISMO


Em julho de 2005, Elliot Stein, um jovem de 23 anos do Brooklin, Nova York, jantava com sua namorada num restaurante à beira-mar em Nova Jersey. Após o jantar, o senhor Stein recebeu a conta e ficou chocado com o que viu. Na nota estavam rabiscadas as seguintes palavras: casal judeu. Ao reclamar, disseram-lhe que a anotação fora feita para que a garçonete identificasse a mesa do casal. Mais tarde naquele mês, a mesma anotação apareceu em seu extrato do cartão de crédito.

A Procuradoria Geral de Nova Jersey abriu uma investigação a respeito. Quatro anos antes desse incidente, o embaixador da França na Grã-Bretanha, Daniel Bernard, participou de um jantar festivo em Londres, durante o qual se referiu ao Estado de Israel como “aquele paisinho de m****”.1 Será que esses incidentes são meras aberrações isoladas? Se você fizer uma pesquisa pela internet em busca da expressão anti-semitismo verá que não são. O mundo tem testemunhado um aumento alarmante no número de incidentes anti-semitas, inclusive ataques contra cemitérios, sinagogas, empresas e estabelecimentos comerciais de judeus. Segundo uma recente pesquisa feita pela Anti-Defamation League (Liga Antidifamação), doze países europeus são fortemente anti-semitas.

2 Em agosto de 2005, o papa Bento XVI ratificou tais constatações ao declarar que “hoje em dia, lamentavelmente, estamos testemunhando o surgimento de novos indícios de anti-semitismo”.
3 A comunidade judaica ao redor do mundo observa com muita preocupação esse clima que relembra a Alemanha nazista antes do Holocausto. Naquela época, as ocorrências, parentemente isoladas, eram apenas o prenúncio do que estava por vir: o anti-semitismo da pior espécie que se podia imaginar – a aniquilação planejada de 6 milhões de judeus. O mesmo sentimento que levou ao Holocausto está ressurgindo na atualidade.

O legado de Martim Lutero

Dois fatos indiscutíveis permeiam as Escrituras Sagradas: (1) Deus escolheu o povo judeu para
ser o Seu povo; (2) Ele decidiu dar a esse povo um território específico (a terra de Israel) por direito perpétuo. Infelizmente, surgiu uma certa teologia que rejeita esses fatos. Tal teologia segue o seguinte pensamento: Em virtude do povo judeu ter rejeitado a Jesus como seu
Messias, ele perdeu o direito às promessas que lhe foram feitas.

Essa concepção originou-se em 321 d.C. durante o reinado de Constantino, o qual declarou o Cristianismo como religião oficial do Império Romano. Muitos criam que os judeus eram semelhantes a Judas, que traiu Jesus. Judas foi amaldiçoado. Então, chegaram à conclusão de que os judeus são amaldiçoados e de que Deus, portanto, os rejeitou e não quer mais saber deles. Essa teologia alega que Deus escolheu um outro povo (a Igreja) e um outro lugar: Roma. Até a grande emancipação ocorrida no século XVIII, a Igreja [Católica] chegou mesmo a incentivar os gentios a agirem contra os “assassinos de Cristo”. Durante anos a Igreja [Católica] ensinou que os judeus eram inimigos odiosos de Deus e rebeldes, culpados pelo assassinato do Filho de Deus.

Esses “cristãos” instigaram reinos a elaborar leis que obrigassem o povo judeu a usar emblemas distintivos em suas roupas, a viver separados dos gentios em guetos e, se necessário, a serem expulsos para que a ordem social fosse preservada. A história eclesiástica está repleta de exemplos de clérigos que ridicularizaram
o povo judeu; Inácio, Justino Mártir, João Crisóstomo e Gregório de Nissa são apenas alguns
deles. Eles criam que o pecado dos líderes judeus de exigir a morte de Jesus passou ao povo judeu para sempre.

De todos os líderes da Igreja, verdadeiramente nascidos de novo, que assumiram tal posição, nenhum causa mais tristeza do que Martim Lutero, o grande reformador nascido na Alemanha. Embora tenha escrito muitos tratados maravilhosos para benefício dos crentes em Cristo, Lutero era um anti-semita ferino. Em seu livro intitulado On the Jews and Their Lies (Quanto aos Judeus e Suas Mentiras), ele retratou os judeus como “peçonhentos”,
“vermes miseráveis” e “bichos nojentos”, 4 além de incentivar a violência contra eles:

Uma teologia surgida em 321 d.C. alega que Deus rejeitou Israel
e escolheu um outro povo (a Igreja) e um outro lugar: Roma.

O que nós, cristãos, devemos fazer com os judeus, esse povo rejeitado e condenado? Incendiar suas sinagogas ou suas escolas e [...] enterrar e cobrir de entulho tudo o que não for destruído pelo fogo, para que ninguém mais veja uma pedra ou as cinzas deles [...]. Eu recomendo que suas casas sejam arrasadas e destruídas [...] que todos os seus livros de oração e escritos talmúdicos
[...] sejam confiscados, [...] que seus rabinos sejam proibidos de ensinar
[...] Recomendo a suspensão do salvo- conduto para os judeus nas estradas [... e] que todos os seus valores em dinheiro, bem como seus tesouros em ouro e prata, sejam confiscados.5 O que o levou a escrever de maneira tão desprezível? Ele cria que “depois do Diabo, não há inimigo mais cruel, mais venenoso e violento do que um verdadeiro judeu”.6 As críticas violentas de Lutero contra os judeus foram muitas vezes recicladas como justificativa para o anti-semitismo. Elas ainda são usadas até hoje.


A obsessão pelo nacionalismo

Quando Napoleão levou a França à vitória contra a Alemanha no final do século XVIII, os franceses ocuparam o território alemão por vinte e cinco anos. Durante esse tempo, eles propagaram os ideais do Iluminismo, que davam ênfase à razão, ao progresso do conhecimento, à liberdade e à justiça para todos os cidadãos. Os judeus na Alemanha se tornaram beneficiários do pensamento “iluminista”.

O povo alemão, com ódio da ocupação francesa, ofendeu- se com os benefícios estendidos ao povo judeu. Entre os alemães surgiram dois filósofos, ambos ferrenhos nacionalistas: Conhecido como o pai do nacionalismo alemão, Johann Gottlieb Fichte ensinava filosofia na Universidade de Berlim. Ele considerava os judeus como corruptos, uma ameaça
à riqueza da herança e às habilidades do povo alemão.

Caracterizava a comunidade judaica como “um poderoso Estado [que] se estende por quase todos os países da Europa, o qual tem intenções hostis e se envolve constantemente em disputas com todos os outros países”.7 Com a morte de
Fichte em 1814, o manto nacionalista não poderia ter caído sobre ninguém mais do que Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Para Hegel, o Estado (a Alemanha) era tudo e servia como um purificador moral. Transcendia a importância de qualquer indivíduo. Hegel ainda dizia que todo cidadão alemão tinha a responsabilidade e o dever de servir ao Estado. A partir de então, os judeus foram vistos como “os outros”, estranhos ao Estado alemão.

Os símbolos alemães foram usados publicamente contra os judeus em manifestações. Em 1819 estouraram violentos distúrbios anti-semitas e as multidões cantavam em coro: “Morte e destruição a todos os judeus!”8 A barreira de separação entre judeus e alemães aumentou. Os alemães foram desafiados a adotar o Volk (povo), um conceito que incorporava a essência germânica.

Maior do que apenas o povo, maior do que a terra, a cultura ou a tradição, o Volk personificava a alma do povo alemão, seu senso de participação e seu destino comum. A mentalidade do Volk, associada à postura religiosa de que o Povo Escolhido de Deus fora amaldiçoado na condição de assassino de Cristo, instilou medo no povo judeu e fez com que ele estivesse sempre sob suspeita. Christian Lassen (1800-1876), professor da matéria de Civilizações Antigas na Universidade de Bonn, afirmou categoricamente que o povo semita é inerentemente “interesseiro e xclusivista”.

9 O filósofo alemão Paul Lagarde (1827-1891) descreveu os judeus como uma bactéria atogênica: Uma pessoa teria que ter um coração tão duro quanto o couro de um crocodilo para não sentir pena dos pobres e explorados alemães e [...] para não odiar os judeus e desprezar aqueles que – desprovidos de sentimento humano – defendem esses judeus ou são muito covardes para pisar e esmagar essa gente usurária até a morte. Com vermes parasitas e bactérias não se negocia, nem devem tais vermes e bactérias ser instruídos; eles precisam ser exterminados completamente o mais rápido possível.

Quando Napoleão levou a França à vitória contra a Alemanha no final do século XVIII, os franceses ocuparam o território alemão por vinte e cinco anos. Durante esse tempo, eles propagaram os ideais do Iluminismo, que davam ênfase à razão, ao progresso do conhecimento, à liberdade e à justiça para todos os cidadãos.

Dois importantes livros também acenderam mais as chamas do sentimento
antijudaico. Foundations of the 19th Century (Fundamentos do Século XIX), de C. S. hamberlain, sempre foi considerado “a Bíblia dos racistas”.11 Chamberlain exercia grande fascínio sobre as
massas com suas “provas” falsificadas a respeito da superioridade da raça ariana e dizia que os judeus “se alimentavam deles [dos alemães] e sugavam – em todos os níveis sociais – a sua força vital”.12 No livro Foundations of the 19th Century, ele escreveu que: (1) os judeus eram hostis e corrompiam a civilização; (2) Os arianos eram os responsáveis por todas as contribuições importantes para a civilização; (3) Jesus não tinha sido judeu, mas ariano.

(4) A análise da isionomia era uma ciência legítima capaz de predizer o caráter por traços físicos. Esse livro vomitava jargões religiosos anti-semitas que, na maioria das vezes, eram citações dos escritos
de Martim Lutero. Publicado em 1895, o livro chegou à marca de 28 edições até 1942, “com mais de 250 mil conjuntos de dois volumes” vendidos, segundo escreveu David A. Rausch em A egacy
of Hatred (Um Legado de Ódio).13 Duas pessoas extremamente versadas no livro de Chamberlain foram o Kaiser (imperador) Guilherme II e, mais tarde, Adolf Hitler. A segunda obra literária de maior relevância foram Os Protocolos dos Sábios de Sião.

Essa pouca vergonha sinistra afirmava que havia (e que ainda há) uma conspiração judaica para assumir o controle do mundo. Originalmente escrito por Maurice Joly em 1864 para delinear o desejo de Napoleão de controlar o mundo, o livro foi, mais tarde, fraudulentamente forjado para se transformar nos infames Protocolos, através da substituição da palavra francês e suas correlatas, pelo termo judeu e seus semelhantes. Essa obra influenciou profundamente o povo alemão, levando muitas pessoas a crer no engodo de que um grupo de judeus agia secretamente para se apoderar da Alemanha e do mundo.

Em 1927, Henry Ford, o magnata da indústria automobilística, publicou trechos extraídos dos Protocolos dos Sábios de Sião no jornal The Dearborn Independent.
Tais pensamentos levaram à proliferação das opiniões anti-semitas na Alemanha. Em 1879, o
historiador alemão Heinrich von Treitschke publicou uma série de artigos anti-semitas, o último deles intitulado: “The Jews Are Our Misfortune” (“Os Judeus São a Nossa Desgraça”).14 O livro dele instigou 250 mil pessoas a fazerem um abaixo-assinado exigindo que os judeus fossem proibidos de assumir cargos governamentais ou de ensino.

15 Os políticos locais começaram a utilizar essa plataforma ideológica anti-semita em suas campanhas, ao declararem que protegeriam a Alemanha do perigo representado pelos judeus, os quais, segundo eles, contaminavam a sociedade. Requerimentos circularam no intuito de coibir a imigração judaica. Em 1890, Hermann Ahlwardt conquistou um assento no Reichstag (o Parlamento alemão) embasado na plataforma política-ideológica de que os judeus eram uma epidemia de cólera, bacilos patogênicos e feras predadoras. Em resposta, os judeus tentaram demonstrar sua lealdade aos alemães. O Judaísmo Reformado (liberal) tinha começado na Alemanha, em parte como uma maneira dos judeus manterem sua identidade judaica, aparentando, todavia, um jeito de ser mais gentílico.


O Kaiser (imperador) alemão Guilherme II era extremamente versado no livro de Chamberlain. Mais tarde, o mesmo ocorreu com Adolf Hitler.

Muitos Judeus procuraram ser menos distintivos no seu caráter judaico e começaram a se misturar na sociedade ao levar uma vida mais contextualizada, preservando, porém, a sua identidade.

A amargura da derrota

Em 28 de junho de 1919, derrotada e humilhada depois de uma guerra terrivelmente custosa, a Alemanha foi forçada a assinar sua rendição em Versalhes, na França. As condições de paz impostas pelo Tratado de Versalhes, obrigaram a Alemanha a abrir mão da ideologia do Volk que tão ardentemente adotara, bem como levaram os alemães a admitir que foram os únicos ulpados
por aquela que posteriormente ficou conhecida como a I Guerra Mundial.

A Alemanha foi obrigada a reduzir seu exército para 100 mil homens, teve que devolver territórios e pagar indenizações. A região da Alsácia-Lorena foi restituída à França; os territórios conquistados por Otto von Bismarck foram devolvidos à Bélgica, Dinamarca e Polônia. Indenizações foram fixadas no valor de 132 bilhões de marcos de ouro, “ou cerca de 33 bilhões de dólares, uma soma praticamente impossível de ser paga por eles”.

16 A sexta parte de toda a população de judeus da Alemanha, aproximadamente 100 mil pessoas, lutou bravamente pelo seu país na guerra e 12 mil deles perderam sua vida. Entretanto, a culpa pela derrota foi colocada nos judeus. Circularam acusações de que os soldados judeus não lutaram pela Alemanha, mas sim para “assumir o controle da nação”.17 Em conseqüência da derrota, [o imperador Guilherme II abdicou] e a forma de governo adotada na Alemanha passou a ser a República de Weimar. Enquanto alguns alemães aceitaram essa nova república, outros ficaram amargurados pela humilhação sofrida em Versalhes. Um dos soldados que sobreviveram à guerra achou o gosto da derrota amargo demais; o nome dele era Adolf Hitler.

A Alemanha foi preparada para dar as boas-vindas a um líder imbuído do orgulho da entalidade do Volk, que a livraria daquelas criaturas traiçoeiras (os judeus). Em 1933, surgiu um homem
determinado a fazer exatamente isso. Seu nome era Adolf Hitler.

O caos econômico

Em virtude das pesadas indenizações que tinham de ser pagas, a economia alemã cambaleou. A inflação subiu como um foguete para o espaço.

Em 1919, nove marcos alemães valiam um dólar. Por volta de 1923, esse mesmo valor equivalia à assombrosa quantia de 4,2 trilhões de marcos. O presidente Paul von Hindenburg conseguiu renegociar o pagamento das indenizações com os Aliados e estabelecer medidas de controle da inflação pela emissão de uma nova moeda, o Reichsmark.

O país começou a progredir. Apesar do clima anti-semita, os judeus também prosperavam. Então aconteceu a quebra das bolsas de valores em 1929. O incidente gerou desemprego, que produziu desânimo, que criou ressentimento e fez com que todos visassem os judeus. Em muitos círculos religiosos, sociais, políticos e acadêmicos, a própria existência do povo judeu se tornou a desculpa para todos os problemas da Alemanha.

Os alemães acreditavam que se conseguissem resolver o “problema” judeu, todos os seus outros problemas desapareceriam. O país foi preparado para dar as boas-vindas a um líder imbuído do orgulho da mentalidade do Volk, que o livraria daquelas criaturas traiçoeiras. Esses “inimigos” do Reich tinham que ser identificados, isolados e eliminados sem que a Alemanha se sentisse culpada. Em 1933, surgiu um homem determinado a fazer exatamente isso. Seu nome era Adolf Hitler.

(Israel My Glory)
fonte: Revista Notícias de Israel

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O cd "A Arte das Boas Novas"

Shalom Adonai

Profeta, eu e Felipe (Mensageiros da Profecia)

Estou muito feliz!
Começamos a gravar as vozes do Cd e ontem fizemos a faixa título (do mesmo nome)
Um beat produzido pelo meu amigo SJ (hip hop clássico).

Semana passada foi o nino (Rap Sensation) que gravou e hoje iremos gravar a música Segura o Manto com os manos do Realidade Urbana.

O Senhor tem sido maravilho para com esse trabalho e tem superado as minhas expectativas!

Também esteve conosco o Dj Rogerinho (hip hop clássico) me trouxe umas bases lokas.

Agradeço de coração aos irmãos que tem orado por mim, as pessoas que me enviam mensagem no msn afinal de contas: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim"
(Gálatas 2 : 20)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Antologia de Poesia Missionária


Amados irmãos, é com grande alegria que apresentamos e disponibilizamos para download gratuito o livro eletrônico Antologia de Poesia Missionária.
A obra, organizada por Sammis Reachers, editor dos blogs Poesia Evangélica e Veredas Missionárias (entre outros), reúne belíssimos poemas de, sobre e para Missões, da lavra de diversos poetas evangélicos. O livro (de 108 págs. em formato PDF) traz ainda, como Apêndice, uma seleção de frases sobre Missões e Evangelismo.
Além de ser um subsídio devocional para edificação de toda a igreja, o livro objetiva ser uma ferramenta de auxílio a promotores de missões, pastores e missionários de todas as denominações, com poemas para serem declamados em cultos e eventos missionários, e publicados em sites, blogs, jornais e informativos de igrejas, missões e etc.
Baixe gratuitamente o livro, leia e compartilhe com seus irmãos. O livro não pode ser vendido, mas você pode redistribuí-lo eletronicamente, ou imprimi-lo para uso próprio ou distribuição a interessados.
E mais: Se você possui blog ou site, ou é responsável por site institucional (de Igrejas, Missões, Agências Missionárias, Ongs, etc.), convido-lhe a disponibilizar este livro a partir do mesmo, ajudando a promover o amor pela obra missionária, e edificando seus leitores. Não é preciso autorização prévia para isso, nem é necessário me comunicar.

PARA BAIXAR O LIVRO, Clique Aqui

Estou Lendo


Esta é a estória de Arlequim, um homem rico, culto e sensível que não acreditava nos terrores do Mundo, até ser envolvido nos negócios dos "Mercadores da Morte". Homens que, através do uso de computadores promovem assassinatos e revoluções.Discordando que a vida humana possui valor meramente numérico, Arlequim se transforma em uma fera sanguinária e decide lutar.

Japhia Life – Nazareth



1. Close My Eyes (Prod by: Kid Classic)
2. Desperados (Prod by: Saint Man) feat. Rob Hodge, S.O.G. & Linkz Virus
3. Mama’s House (Prod by: Kid Classic) feat. Tru Knowledge, & Rita Fields
4. Crack House Blues (Prod by: Kid Classic)
5. Think What We Had (Prod by: Kid Classic)
6. Upside Down (Prod by: Kid Classic)
7. Does Anybody Know (Prod by: Chris Batson)
8. I’m Needing You (Prod by: Chris Batson)
9. Don’t Keep Me Waiting (Prod by: Saint Man & Elvin “Wit” Shahbazian)
10. Pain (Prod by: Kid Classic)
11. I Wanna Go (Prod by: J Rippa for Lambworxs)
12. One Shot (Prod by: Saint Man & Japhia Life)
13. Moment in Time (Prod by: Chris Batson)
Bonus Track:
14. Turn My Back (Prod by: Saint Man & Japhia Life)



Dedico esse som para meu mano DJ Rogerinho!

X Barão Musica Chapado do Morro Participação GPR E Salgadinho



Novo Clipe do meu amigo x-barão!
Edição muito boa, confere ai...

Os 10 caminhos para falar bem

As principais orientações para quem quer melhorar o desempenho de uma apresentação em público

Osório Antonio Cândido da Silva

Ao planejar o que vai dizer, leve em consideração uma lista mental de questões a que sua fala deve responder; as lacunas que cada afirmação pode provocar à medida que enunciada; o tipo de predisposição do auditório às ideias que você defenderá (conceitos partilhados, preconceitos, visão de mundo); as condições e o contexto em que a comunicação ocorrerá.

Saber a idade do grupo, suas convicções políticas, religião, ocupação e algo mais é de vital importância. As pessoas estarão apoiando sua fala ou se posicionarão contra? Será uma plateia mista? Esteja preparado para valorizar a oposição.

A primeira real pergunta a ser respondida quando se prepara uma apresentação, portanto, é se o seu público é favorável a suas ideias. Será ele hostil? Terá ponto de vista oposto?
Explorar fatores como esse é bom ponto de partida para um orador iniciante.
Para os experientes, é um adicional valioso. A persuasão assume formas variadas e conseguir que as pessoas concordem com sua forma de pensar é uma proeza.

Com a plateia a favor
Antes de tudo, considere se sua plateia vê com bons olhos aquilo que você apresenta.
1) Se seu público concorda com seu ponto de vista, concentre-se nele, eliminando, assim, pontos de vista opostos. Vejamos um caso atual muito polêmico: se você batalha pela descriminalização da maconha e pensa que é uma boa causa porque ela poderia ser taxada ou usada em tratamentos médicos, ou não tem efeito suficientemente nocivo para merecer a ilegalidade, isso será, provavelmente, tudo o que você deve dizer.

Se a plateia for previamente favorável à ideia, estará predisposta a ficar a seu favor. O grupo tenderá a comprar não só a ideia principal como outras que façam parte do discurso. Prestará atenção a detalhes e será capaz de lembrar os pontos importantes, porque tudo confirmou suas noções anteriores.

Encare a oposição
Essa é uma boa razão para você lapidar seu discurso e personalizá-lo para uma audiência específica. Faça um esforço adicional e gaste algum tempo para realizar isso.
O ponto chave aqui é: faça sua audiência concordar com a sua apresentação e, se não o conseguir totalmente, seja capaz de vencer resistências da plateia. Numa análise final, talvez você tenha de fazer uma abordagem sob outro ângulo, mais geral. Este será o maior desafio oratório: convencer os que se opõem ao seu ponto de vista.
2) Quando uma audiência se posiciona contrariamente ao ponto de vista do orador, ele deve endereçar sua fala aos argumentos
da oposição.
Se você se preocupar só em defender seus pontos de vista, ignorando os da oposição, tenderá a ver sua audiência desligar-se de sua fala, talvez até considerá-lo um orador sem credibilidade.

Primeiro, porque não o sentirão intelectualmente honesto. Você não está considerando o momento com todas as suas devidas nuanças, os argumentos deles não foram valorizados. Basicamente, você não os levou a sério. Então, o que é preciso fazer e como?

Mecânica oratória
Você deve apresentar seu argumento, destacando seus pontos fortes. A seguir, aponte os argumentos primários dos opositores e, então, vá destruindo um por um. Lance dúvidas e o descrédito sobre eles. Desse modo, você estará dando atenção à oposição e oferecendo algo novo sobre o que pensar.

Todos verão os pontos fracos de suas posições e estarão considerando as informações novas que suportam suas ideias. Você terá plantado a semente da dúvida e atraído muita gente para o seu modo de pensar.

Você pode ser um palestrante excepcional, com voz agradável, boa linguagem corporal, gestos sob medida, ter um material de pesquisa excelente para apoiar seu discurso, um início magistral, uma finalização empolgante, bom humor e uma graça cativante. Mas se desconsiderar os pontos de valor de seus opositores, sua fala pode ser um fiasco.

Plantar a dúvida
Se o orador percebe que a oposição pode ter vários pontos fortes, deve mencionar alguns, não só para mostrar bom senso, mas plantar a dúvida e minar os fundamentos da oposição. Isso vai permitir que pareça educado, justo e equilibrado aos olhos da plateia. Assim, pode-se dizer que o ponto focal para persuadir é fazer as pessoas se sentirem felizes depois de decidirem ver ou fazer o que você sugere, depois de terem concordado com você. E mais, sem ficarem com o sentimento de que "perderam a parada".

Osório Antonio Cândido da Silva é professor especialista em Técnicas de Comunicação e Expressão Verbal há trinta anos e mestrando em Ciências da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero.
osorioacs@gmail.com

O que falam os especialistas
Falar bem pode ser um tormento, mas o aquecimento da economia parece ter intensificado a necessidade de interação pública. Há, hoje, mais defesas de posição em reuniões de negócio, mais decisões afetadas por discursos na mídia, além de alunos e professores se expondo - em todos os casos, a certeza de que uma má exibição não só irrita a plateia como turva o que se fala.
Por isso, diz Osório Antonio Cândido da Silva, que desde 1980 ministrou cursos a 5 mil alunos, o ensino oratório quer ser total: azeita discurso e presença, o uso de voz e corpo. Para Reinaldo Polito, outro expoente no mercado de soluções em oratória, a maioria "morre de medo" de falar em público. - São profissionais que já conseguiram posições de destaque, mas ficam humilhados por não conseguirem construir frases inteiras - afirma Polito.
Cursos, então, acabam por acalmar o orador. Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori de Educação Corporativa, há 20 anos lida com executivos que "vendem" ideias e são entrevistados. Eles têm de persuadir e influenciar, diz.
Os cursos se segmentaram. Há opção para políticos, mulheres, sindicalistas e jovens. Em cada módulo customizado há as mesmas ideias de desinibição e raciocínios ajustados ao ouvinte. Para construir discursos é preciso saber com quem se lida, diz Osório, convidado da edição para indicar as dez orientações destas páginas. (Colaboraram: Agência Repórter Social e Jezebel Salém).

1. Perder o medo


A. Conheça sua plateia - Reúna o maior volume possível de informação sobre o seu público. Vai falar a especialistas? São neófitos no tema? Influenciam decisões? Prepare-se para falar um pouco a cada um: nem acima nem abaixo da expectativa.B. Conheça seu assunto - Faça apresentação atualizada. Não corra o risco de o público conhecer o tema mais do que você.C. Esteja preparado - Não cometa o erro maior (aliás, amador) de não estar preparado. D. Encare seus ouvintes - Procure o contato visual com a plateia. Ao primeiro aceno positivo que receber, sua autoconfiança aumentará. Considere que as pessoas que se dispuseram a ouvi-lo estão ali para ver o seu sucesso e aprender com você.E. Fale com entusiasmo - Não imite ninguém. Mas fale de modo entusiasmado, com emoção. F. O momento mágico - Ofereça ao seu público algo que o surpreenda: o encanto do inesperado.G. Deixe uma mensagem - Encerre seu discurso com uma mensagem memorável. Procure transformar sua fala em possibilidade de ação.


2. O tom natural da fala

Nem a melhor das técnicas supera a sua naturalidade. Nunca imite quem quer que seja ao falar. - Não fale rápido demais. Se sua dicção não for boa, ninguém irá entender o que você diz.- Não fale lentamente e com longas pausas. O tédio pode prevalecer.- Não fale alto demais. Você se cansará e irritará o ouvinte.- Não fale baixo demais. As pessoas farão esforço para ouvi-lo e, não conseguindo, dispersarão.- Procure não cair na monotonia da fala linear, sem ênfase, nem na veemência exagerada. - Se for virar-se para a tela, fale um pouco mais alto enquanto estiver de costas para o auditório.- Crie um ambiente agradável de comunicação, alternando a altura e a velocidade da fala.- Dedique atenção à voz. Trabalhada, transmite segurança e carisma.- Não imite o sotaque da região em que estiver se apresentando. Nem satirize o de outras regiões. Você não sabe quem estará na plateia.


3. Antes de entrar no assunto

- Só comece a falar quando estiver na frente de todos e sentir que a atenção da plateia está em você.- Deixe seu nome completo bem visível.- Desde o início, procure envolver seus ouvintes quanto à utilidade do tema.- Mostre seus objetivos, dando visão geral do programa.- Se o auditório for pequeno, faça perguntas e sinta a experiência que o grupo já tem do assunto. - Se ninguém o fez ao apresentá-lo, declare sua experiência no assunto de que vai tratar.- Prepare-se para não ultrapassar o tempo definido.- Jamais declare que não teve tempo de preparar-se.- Quando sua apresentação fizer parte de algum programa, não ultrapasse o seu tempo; mas, se ocorrer, não deixe de dar explicações ao grupo.


4. O vocabulário adequado


- Muito cuidado com a gramática. Erros atrapalham a apresentação e podem arrasar sua imagem. Dedique cuidado especial à concordância e à conjugação de verbos. - Desenvolva um vocabulário simples, objetivo e suficiente para representar suas ideias.- Não dependa de vocabulário pobre. Restrinja as gírias e elimine palavrões.- Evite termos de sua profissão (ou de sua região) em locais não familiarizados com eles.- Pronuncie bem as palavras. Não corte s e r finais, nem i intermediários.- Evite o uso de cacoetes no meio do raciocínio, como "tá ok?", "é assim", "né", "bem", "então", "certo?", "é o seguinte".- Evite, também, repetir certos termos ou frases ("basicamente", "quer dizer", "efetivamente").- Não abuse das palavras estrangeiras.- Evite as expressões "todos compreenderam?", "conseguiram entender?", "alguma dúvida?". - Prefira algo como "acham que devo repetir?" ou "posso explicar melhor ou não é o caso?"


5. Controle emocional

A. Defina os termos de sua fala. Isso garante que você e seu público estão tratando da mesma coisa.B. Nunca se diminua diante de seu auditório. Nem se traia: não diga ou dê a entender que se preparou mal, os slides estão desatualizados ou coisa do gênero. A plateia poderá deduzir que não mereceu respeito e empenho de sua parte.C. Cuidado para não se repetir em demasia.D. É aceitável consultar anotações em algum momento de "branco". Mas não faça disso um hábito.E. Nunca chame a atenção para o fato de você estar nervoso.F. Ao fim, nunca diga que se esqueceu de um tópico. Indica que você não se preparou como devido. Na hora das perguntas, inclua aí o tópico esquecido, mesmo que a relação entre eles seja só ligeira.G. Em nenhuma hipótese deixe escapar que acha seu tema uma chatice.H. Um lance pitoresco ou humorado aproxima as pessoas. Se surgir oportunidade, sirva-se disso.I. Cuidado com piadas que ridicularizam alguém. Podem criar ressentimentos ou constranger.J. Não peça desculpas por problema físico eventual (gripe, tosse, dor de cabeça).


6. A linguagem do corpo

- Os movimentos corporais e as expressões faciais são recursos que favorecem o entendimento.- Não fique andando pelo palco enquanto fala, parecendo fera na jaula.- Não fique parado no canto. Movimente-se; aproxime-se da plateia ao falar intimamente sobre um tópico.- Procure não pôr as mãos nos bolsos, nas costas ou juntas à frente, em "folha de parreira".- Gesticule com moderação, coerente com o que é dito em seu discurso. Excesso é prejudicial, mais que a falta.- Segurar algo (caneta, apontador, papel) serve de "muleta", mas não mantenha as mãos cheias de coisas que não está usando no momento.- Distribua o peso do corpo entre as pernas; apoiar-se alternadamente numa e noutra torna a postura deselegante; não abra as pernas em demasia, mas o suficiente para manter o equilíbrio.- Não fique com os ombros caídos. Passa imagem de excesso de humildade ou negligência.- Procure vestir-se de modo adequado ao auditório e à situação. Escolha uma cor de roupa que reduza a evidência de suor.


7. A direção do rosto

- Não olhe demais para um ouvinte ou grupo de ouvintes. Olhe o grupo, se possível nos olhos.- Detenha-se mais no contato visual com quem ocupa cargo superior ou irá decidir um negócio.- Não fique olhando o chão, o teto ou para fora da sala.- Controle o tempo de sua apresentação, mas não fique olhando repetidamente para o relógio.- Não aparente arrogância, empinando o queixo e olhando o público "por cima".- Estabeleça coerência entre seu semblante e o que está sendo dito. Coisas alegres, fisionomia sorridente; coisas tristes, cara fechada.- Se inevitável ler um discurso, olhe com frequência para a plateia e tenha certeza de que ela está atenta. - Não abuse da mímica facial nos momentos de humor.

8. O cuidado material
- Se usar software para slides, evite o excesso de sons: desviam a atenção.- Não resuma a ideia lotando um slide com informação. Distribua-a em vários. - Revise os slides para eliminar erros (gramática, números, grafia, ordem).- Não se limite a ler o que está projetado na tela.- Evite o projetor ligado o tempo todo. Há horas em que não é preciso.- Jamais chegue com transparências desordenadas. Sinaliza desorganização quem procura "a próxima" numa pilha. Não as mostre velhas ou manchadas.- Se usa apontador retrátil, não fique naquele abre-fecha interminável, agitando-o. Se for apontador a laser, não movimente o ponto luminoso na tela além do necessário. Nem o dirija à plateia.- Ao montar o slide, use o fundo que melhor contraste com letras e figuras; faça cópia com fundo branco para ser usada em salas com muita claridade. - Não se desvie do tema que está projetado.- Ao apontar o slide em direção à tela, não entre na frente da projeção nem dê as costas ao auditório.

9. O microfone

- Fale, com sua voz habitual, à distância de uns 15 centímetros entre boca e microfone.- Não dê tapinhas no microfone. Isso irrita o ouvinte e só indica que o aparelho está ligado.- Ao testar o microfone, diga algo como: "Bom dia, posso ser ouvido com clareza?". Alguns da plateia sempre tentam ajudar.- Olhe o público e não o microfone, que é um instrumento auxiliar, nunca um obstáculo.- Considere a possibilidade de o sistema de som assumir comportamento enlouquecido: chiados, guinchos, apitos, distorção da voz, enfim, tudo o que distraia a atenção da audiência. Se é o caso, continue a fala até que alguém conserte o equipamento.- Se não for possível voltar a usar o microfone, solte mais a voz, mas não berre com a plateia. - Sem recurso do som e sem ser ouvido pela maioria, melhor parar de falar. Brigar com equipamento ruim é desperdiçar seu tempo. E o dos ouvintes.


10. O encerramento

A. Não fale demais. Diga o que tem a dizer e, em seguida, pare. Antes, porém, dê ao público algo que o faça pensar e encerre sua apresentação com uma mensagem consistente. B. A última coisa que disser deverá ser a mais lembrada. Pode ser um desafio, uma sugestão de ação ou a solução de um problema. Induza seu público a fazer algo. C. Se o tema permitir, faça um encerramento bem-humorado: se bem feito, permitirá uma impressão positiva ao final e a sala não ganha aquele silêncio sepulcral enquanto você se senta. D. Se o tema não é adequado ao encerramento bem-humorado, prepare uma história que mexa com a sensibilidade da plateia ou mostre algum tipo de pensamento ou provérbio que faça o auditório refletir. E. Na hora das perguntas, nunca inicie uma resposta com: "Isso já falei...", "A resposta é óbvia...", "Imaginei que estivesse claro..." . Nem corte sua fala para atender a outra pergunta.F. Elogie uma boa pergunta. Ao responder, não olhe só para quem perguntou. G. Tente captar a intenção e o conteúdo do que lhe é perguntado. Fique atento a termos ou frases que serão a chave da pergunta. A ênfase em certa palavra dá o sentido da indagação.H. Repita a pergunta para todos escutarem. Ajuda você a ter certeza de que a entendeu.I. Nunca deixe alguém fazer um discurso a pretexto de elaborar uma pergunta dirigida a você. Se o indagador se estender, interrompa-o, gentil e firmemente, e pergunte qual é a dúvida. J. Uma pergunta que tem várias partes deve ser dividida e cada parte respondida em separado. Terá mais clareza e melhor aceitação.
O tropeço no idioma
Como os profissionais da oratória lidam com erros de português dos alunos de retórica
Os profissionais da oratória dizem que o uso inadequado da variante da língua à situação e ao contexto da comunicação pode arruinar uma apresentação. Reinaldo Polito, por exemplo, acredita que não adianta ensinar gramática num curso de expressão verbal, mas ele não deixa de corrigir os erros.
- Quando o aluno erra numa apresentação em vídeo, colo um lembrete autocolante em sua ficha. Lacunas de vocabulário são culpadas pelo "ãããã..." e outros vícios - comenta.
O jargão especializado inadequado à plateia, deslizes no uso de palavras difíceis, construções que o palestrante não domina e o excesso de estrangeirismos são problemas que Polito tenta eliminar em seus alunos. Já Reinaldo Passadori admite que os alunos precisam ser alertados, pois não parecem preocupados com a correção do que falam.
- Erros nunca são recomendáveis e só são toleráveis se fizerem parte do contexto pessoal do orador. O ideal é falar de forma simples, para que as pessoas entendam. Detalhe em voga é o planejamento. A necessidade de planejar e preparar a fala deve nortear não só o conteúdo do discurso, mas a linguagem usada.
- É preciso corporificar a mensagem por meio da gramática, do vocabulário e das metáforas - afirma Passadori. (Agência Repórter Social)