quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Hip Hop Style oferece oficinas culturais gratuitas...


No dia 25 de Fevereiro de 2012 apartir das 13hs, você está convidado a participar das oficinas GRATUITAS que a Pleno Capão realizará em Fevereiro, pra participar é muito fácil, basta você chegar no local 15 minutos antes e se inscrever em qual oficina você vai participar, serão realizadas oficinas de DJ com V-Rep, Beat Box com Borracha, M.C. com Max Musicamente e Dança de Rua com grupo Style, teremos Microfone aberto para rimas improvisadas e pocket show com Max Musicamente e Borracha beat box, vamos chegar que a entrada é franca!

Local: Pleno Capão
End: Av: Ellis Maas nº 231 - Capão Redondo
Próximo a Cohab Adventista- Zona Sul-SP

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Declaração de Dostoievski



Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade. (Dostoievski) 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Crianças São Queimadas Vivas Na Faixa de Gaza


As crianças são as maiores vitimas do ataque com bombas de fósforo branco, na faixa de Gaza.
O fósforo branco é usado regularmente para a fabricação de fogos de artifício e bombas de fumaça para camuflar movimentos de tropas, em operações militares.
A sua utilização como componente de armas químicas é proibida pelas Convenções de Genebra e especialmente pela Convenção sobre Armas Químicas, reafirmando os termos do Protocolo de Genebra de 1925, que proíbe o uso de armas químicas e biológicas.
Bombas, munição de artilharia e morteiros, quando contêm fósforo, explodem em flocos inflamáveis, mediante impacto. São artefatos incendiários e causam queimaduras terríveis, podendo mesmo ser letais.
É legal o uso de fósforo branco como componente de foguetes de iluminação e bombas de fumaça, e a Convenção sobre Armas Químicas (CWC) não o inclui na lista de armas químicas.
O fósforo foi usado pelos exércitos desde a Primeira Guerra Mundial. Durante a Segunda Guerra, na Guerra do Vietnam e recentemente por Israel na Operação Chumbo Fundido. Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha também já utilizaram munições com fósforo. Nas últimas décadas, porém, a tendência é o banimento do seu uso, contra qualquer alvo, civil ou militar, em razão dos severos danos causados pela substância e os especialistas acreditam que o fósforo deveria ser mesmo incluído entre as armas químicas, pois queima e ataca o sistema respiratório.
Uma exposição prolongada, sob qualquer forma, pode ser fatal. Segundo a GlobalSecurity.org, citada pelo The Guardian, “Fósforo branco resulta em lesões dolorosas por queimadura química”. Partículas incandescentes de fósforo branco, resultantes da explosão inicial de uma bomba de fósforo, podem produzir extensas, dolorosas e profundas queimaduras (de segundo e terceiro graus).
Queimaduras por fósforo carregam um maior risco de mortalidade do que outras formas de queimaduras devido à absorção de fósforo pelo organismo, através da área queimada, resultando em danos ao fígado, coração, rins e, em alguns casos, falência múltipla de órgãos.
Além disso, essas armas são particularmente insidiosas porque o fósforo branco continua a queimar, a não ser em ambiente privado de oxigênio, até que seja completamente consumido, de forma que as pessoas atingidas,  
ainda que mergulhem na água, continuarão a queimar ao emergirem para respirar.
 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Leia a Bíblia em Um Ano



Você já leu a Bíblia inteira? Muitas pessoas acreditam que o ponto de partida para ler a Bíblia toda é o seu início, ou seja, o livro de Gênesis. Porém, a Bíblia é um conjunto de livros que podem ser lidos em uma ordem variada. 

Se você nunca leu a Bíblia inteira, faça o download do programa de leitura diário e do quadro de leitura. Com eles, você poderá fazer a marcação de sua leitura. 

:: Programa de Leitura em um ano (Modelo 1)
:: Programa de Leitura em um ano (Modelo 2)
:: Programa de Leitura em um ano (Modelo 3)
:: Quadro de Leitura Bíblica
:: Plano de Leitura Bíblica Infantil
 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A Doação de Constantino



A suposta “Doação de Constantino” (imagem) foi revisada pelo estudo de Lorenzo Valla, no século XV.
Por Rainer Sousa
No processo de formação da Igreja Católica, observamos que o fortalecimento dessa instituição enfrentou situações que ameaçavam a sua unidade. Uma delas ocorreu no ano de 476, quando a queda do último imperador romano do Ocidente estabeleceu o triunfo das invasões bárbaras na Europa. Mais que um simples evento de ordem política e militar, esse acontecimento poderia significar o enfraquecimento do cristianismo frente às religiões pagãs que tomavam corpo.
Foi então que os clérigos da alta cúpula cristã apresentaram a chamada Doação de Constantino, um documento de 337 onde o imperador romano de mesmo nome teria reservado todo o Império Romano do Ocidente para a Igreja. Apesar de não ter assumido os reinos europeus diretamente, esse mesmo documento teve grande força política para expressar a influência dos chefes cristãos frente os reinos que se organizavam naquele tempo.
É assim que vemos, entre outros argumentos, de que modo a Igreja acumulou seu poder de interferência em questões políticas da Europa. Contudo, o peso desse documento acabou sendo desmascarado no século XV, quando o estudioso Lorenzo Valla apresentou uma série de documentos que comprovaria a falsidade do tempo em que o documento da doação teria sido feita.
Naquela época era impossível se valer de algum recurso tecnológico que pudesse calcular exatamente a datação do documento. Foi então que Lorenzo examinou o conteúdo do texto, observando os erros linguísticos existentes e as expressões empregadas em sua construção. Por meio de seus estudos, detectou a presença de helenismos e barbarismo que não correspondiam ao uso da língua latina naqueles tempos do império de Constantino.
Além dessas questões formais, o estudioso percebeu que a natureza do documento, elaborado com um único testemunho, não correspondia ao hábito da época. Ao mesmo tempo, ele apontou como incongruente o uso do termo “sátrapa” (expressão de natureza oriental) para fazer referência aos membros do Senado Romano e a menção de Constantinopla como uma cidade cristã em um tempo em que a mesma, assim como outras regiões dadas como de dominação romana, estava longe de assumir tal posição.
O trabalho de Valla, ao longo do tempo, não significou apenas uma tentativa de se desestabilizar a autoridade do clero. Para os historiadores, sua forma de questionar o documento exigiu a reunião de informações que envolviam as transformações da língua ao longo dos tempos e a necessidade de se estabelecer uma relação de identidade entre o documento e a época em que ele teria sido produzido. Desse modo, a invalidação da Doação de Constantino serviu de grande contributo no estudo do passado.