sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Grupo Ibdem Do Verde ao Cinza feat Neemias Neema




Musica: Grupo Ibdem. beat: Maabeatz Edição Visual: Dialetal Produções. Imagens: Leon RapKongo / web #trindon #but #rap #embu #casabranca #rapdomeioambiente #avisa as gerações #poluição #rapnacional A musica da um alerta sobre as nossas ações, e o impacto que causamos ao nosso mundo, que estamos destruindo a todo vapor, e nós já estamos sofrendo com isso, imagine as próximas gerações.

Ato Profético - Programa GF DOM - 87,5 FM


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Niilismo eclesiástico: uma análise do movimento dos desigrejados



Niilismo eclesiástico: uma análise do movimento dos desigrejados


Resultado de imagem para Desigrejados

No ano de 2010 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os dados censitários de uma ampla análise desenvolvida pelo POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), onde, entre outros temas, avaliou a performance da religiosidade do brasileiro. Na pesquisa foi apontada que, em termos de identidade religiosa, o grupo que mais cresceu foi dos que se declararam “sem religião”. Algo surpreendente no Brasil, que sempre se orgulhou de ser o “o maior país católico do mundo”. Além disso, outro dado divulgado e que muito chamou a atenção foi a identificação de um ator social até bem pouco tempo inexistente no extrato religioso em nosso território: o evangélico nominal, isto é, sem vínculo eclesiástico, ou, como ficou conhecido, desigrejado. De acordo com o IBGE, já são mais de quatro milhões de evangélicos em tal situação. São cristãos protestantes, identificados com as doutrinas fundamentais de fé cristã (creem, portanto, no nascimento virginal de Cristo, na sua morte expiatória, na ressurreição, na Segunda Vinda e na vida eterna aos fiéis; celebram a Ceia e passam pelas águas do batismo), mas que se recusam a congregar, pois não acreditam mais na necessidade e relevância da igreja institucional.

AiceMan no Programa Graça Fé e Dom FM 87,5


Estarei com os irmãos do GF Dom Na Águia Dourada na Sexta feira, As 23 horas, sintonize lá

Set list dos Sons que AiceMan canta, e ou, participa.

Fogonocapeta!

A Lingua do Beija Flor



Tiago Cap. 3.
5 Assim também a língua é um pequeno membro e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Andorinhas do Ártico


Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá.  Provérbios 26:2





quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O QUE SIGNIFICA SER UM PASTOR



Por Anthony D. Palma

Este artigo é uma visão geral do conceito neotestamentário do pastor espiritual e de como ele se relaciona a Jesus e aos lideres da Igreja. Pastores são figuras comuns nas Escrituras Sagradas, a começar por Abel (Gn 4.2). Por isso, não nos surpreende, entretanto, que o Antigo Testamento freqüentemente retrate Deus como Pastor (Sl 232.1; 80.1; Is 40.11; Jr 31.10 e Ez 34.11-13) e os líderes do seu povo como pastores (Ez 3.4). É axiomático que a função primária do pastor seja velar pelo bem-estar das ovelhas e guiá-las a isso.

JESUS COMO PLENO PASTOR

Nos tempos do NT, pastores não foram altamente considerados. Entretanto,é surpreendente notar que o anúncio dos anjos sobre Jesus tenha sido feito a humildes pastores (Lc 2.8-11). Todavia, isso foi apropriado para o Messias, o filho de Davi (o pastor-rei), que nasceu na cidade de Belém, a cidade de Davi (Ez 34.23). Quase desapercebido nos relatos da natividade é a representação pictórica de Jesus como pastor. Na citação de Mateus de Miquéias 5, Jesus é chamado “o guia que há de apascentar o povo Israel”, Lc 2.6.

Na Primeira e Segunda Vindas de Jesus é descrito como pastor. Paradoxalmente, o cordeiro “deveria os apascentar [literalmente ser o pastor deles], e deveria guiá-los às fontes das aguas da vida (Ap 7.17). ele irá reger [literalmente pastorear] todas as nações com a vara de ferro (Ap 12.5; 19.15). esse último concerto aplica-se bem aos dominadores (2. 26-27).

Jesus descreveu a si mesmo como o bom pastor (ho poimen ho kalos – João 10.11-14) que deu a sua vida pelas as ovelhas. Nessa conexão ele também poderia ser chamado de sumo pastor (Mt 2.31 e Zc 13.7). em senso único, é claro, somente Jesus deu a sua vida pelas ovelhas. Ainda em senso restrito isso sugere que qualquer pastor tem a obrigação moral de estar disposto a sacrificar a si mesmo em favor de uma ovelha.

Jesus é, alem disso, chamado de grande pastor das ovelhas (Hb 13.20) e de o pastor (Jo 10.16 e Ez 34.23; 37.24). Pedro chamou o de Sumo pastor (archinpoimen – 1 Pd 2.25); um escritor sugere a tradução “Mestre-pastor”.

A combinação pouco usual dos termos refere-se a Jesus como “o pastor e guardião [ho poimen kai epískopos] das nossas almas (1 Pd 2.25). A frase poderia ser traduzida por guardião-pastor. A palavra epískopos é freqüentemente conferida a bispo ou supervisor.

J.N.D. Kelly em seu comentário em 1 Pedro sugere que o epískopos é “aquele que inspeciona, olha por, protege”. Esse grupo de termos tem significação especial quando aplicados aos líderes na igreja. Tanto Paulo quanto Pedro enfatizaram o aspecto guardião-supervisor do ministério.

PAULO E PASTORES

Nas listas dos dons de liderança que o Cristo em ascensão deu à Igreja, Paulo falou de “pastores e mestre [tous poimenas kai didaskalous]” (Ef 4.11). Eruditos em bíblia continuam a debater se Paulo estava falando de duas chamadas distintas ou se pretendia dizer alguma coisa como “professor-pastor”. Certamente uma das principais características de um pastor é nutrir e alimentar o rebanho pelo ensino e exposição da Palavra de Deus.

Esse é o motivo pelo qual existe a distinção de vocação, qualificando um bispo como capaz de ensinar (didaktikos), conforme 1 Timóteo 2.24 e 3.2. Um número considerável de autoridade confere a essa palavra grega a idéia de “hábil ensinador”, “apto a ensinar” e “competente para ensinar”.

Efésios 4.11 é a única passagem no NT onde tal pessoa é designada pela palavra grega para pastor (poimen), ainda que seja geralmente aceito que essa designação possa ser intercambiável com bispo/supervisor (episkopos) e (presbuteros).

Todos os três conceitos são encontrados em conjunto nos relatos paulinos discursados de Mileto aos efésios. Eles são chamados de anciãos (At 20.17). Paulo disse a eles que o Espírito Santo os tinha supervisores do rebanho, do qual eles eram pastores (v.28). Esse era o preço notificado por Paulo no verso em que ele exortou esse homem: “Olhai, pois, vós, e por todo rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”, At 20.28.

Isso nos lembra da designação de Pedro apontando Jesus como pastor e guardião-bispo de nossas almas (1 Pd 2.25).

PEDRO E OS PASTORES

Jesus interagiu com Pedro (lembre-se de João 21. 15-17), que é digno de estudo. Irei tratar somente com os elementos relacionados diretamente ao tópico. Jesus mandou Pedro tanto alimentar quanto zelar (boskô – versos 15 e 17) e apascentar (poimainô – verso 16) as ovelhas. Os objetos do seu cuidado são chamados tantos os cordeiros de Deus (arnia – verso 15) como de suas ovelhas (probata – verso 16-17).

Em meu juízo, a variação nos versos e nos nomes são estilísticos. Não penso que Jesus destinou a Pedro ou para nós o determinar alguma profunda diferença em cada par de palavras. O ímpeto da mensagem é claro: a responsabilidade de Pedro foi de prover bem-estar para todo o rebanho do Senhor.

Pedro certamente teve esse incidente em mente quando ele exortou “os anciãos entre vós a apascentarem [poimainô] o rebanho de Deus, chamando sobre eles a responsabilidade de fazerem isso voluntariamente com zelo; não por torpe ganância, mas de ânimo pronto” (1 Pd 5.1-3). Algumas dos melhores manuscritos trazem no versículo 2 o particípio episkopos, na qual pode ser “exercitando a supervisão” ou “servindo como supervisores”. Isso pode ser contrastando com os líderes ímpios, que, de acordo com Judas, são homens “que apascentam a si mesmos sem temor [poimainô]” (Jd 13), e que estarão sob julgamento divino. Em contraste, Pedro sugeriu que o Sumo Pastor irá recompensar seus fiéis pastores (1 Pd 5.4).



Anthony D. Palma é teológico, pastor na AD nos Estados Unidos e escritor. É autor de Batismo no Espírito Santo e com fogo (CPAD).



Jornal Mensageiro da Paz, Outubro de 2005 – Pág. 16.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

A Busca Por Conhecimento e Sabedoria | PEDRO CALABREZ | NeuroVox 028



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REFERÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES:

- Texto original de Platão:

PLATÃO. (2016). A República. Pará: Ed.UFPA.


- Documentário sobre a República de Platão: https://www.youtube.com/watch?v=FkEND...


- Artigo sobre a cientificidade da astrologia (revista Nature):

Carlson, S. (1985). A double-blind test of astrology. Nature, 318, p. 419. http://bit.ly/2uPDQrj


- Artigos sobre o papel histórico da astrologia, e como ela deixou de ser ciência no século 17:

Wright, P. (1975). Astrology and Science in Seventeenth-Century England. Social Studies of Science, 5(4), p.399-422. http://bit.ly/2tCsGa4

Thorndike, L. (1955). The True Place of Astrology in the History of Science. The University of Chicago Press Journals, 46(3), p.273-278. http://bit.ly/2uOxWas


- Artigo sobre a cientificidade da astrologia na página oficial da Universidade de Berkeley: http://bit.ly/2tSY4MH


- Excelente livro, detalhando a astrologia como pseudociência:

Culver, R. & Ianna, P. (1988). Astrology: True or False. Prometheus Books. http://amzn.to/2vA2Gtj

- Mais um artigo sobre astrologia como pseudociência:

Thagard, P. (1978). Why astrology is a pseudoscience. PSA, v.1. http://bit.ly/2uPo4N0


- Obra mencionada do Carl Sagan:

Sagan, C. (2006). O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia das Letras.


- Neil deGrasse Tyson falando sobre astrologia: http://bit.ly/2urcuFE


- Carl Sagan falando sobre astrologia: http://bit.ly/2uogYi0


- Podcast do Dragões de Garagem, detalhando a pseudociência da astrologia:

http://scienceblogs.com.br/dragoesdeg...


- Vídeos do Nerdologia sobre astrologia:

https://www.youtube.com/watch?v=SMure...

https://www.youtube.com/watch?v=az6R9...


- Boa revisão sobre viés de confirmação:

Nickerson, R. (1998). Confirmation bias: a ubiquitous phenomenon in many guises. Review of General Psychology, 2(2), p.175-220. http://bit.ly/2eGSfjJ


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EQUIPE

- Apresentação: Prof. Pedro Calabrez
Facebook: http://fb.com/Prof.Calabrez
Instagram: https://www.instagram.com/pedro.calab...

10 beats do Neptunes/Pharrell RapCru



RAPCRU com (mais de) 10 raps produzidos pela cabulosa dupla Neptunes, de Pharrell Williams e Chad Hugo!

Quer apoiar o RapCru? Clica aí!
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POVO DO PADRIM CINCÃO:
Gabriel
Mateus do Prado Capistrano
Guilherme Mello
Guilherme Corrêa de Almeida
Jailson José Gomes da Silva Junior

Os créditos de quem pagou no mês anterior são atualizados a partir do primeiro vídeo do mês seguinte, quando temos a confirmação, ok?
Para dúvidas sobre o Padrim ou alterar o link dos seus créditos: ronaldpbrios@gmail.com

Assine o canal pra mais vídeos!

THUMB DO MEU MANO LOAD, CONHEÇA O TRAMPO DELE:

https://www.youtube.com/user/TheLoadG...

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Gilson Naspolini Entrevista: Lisciel Franco Produtor Musical, Part. Leandro Benincá Gilson Naspolini Gilson Naspolini



Alguns dos assuntos relacionados:

Foo Fighters - Wasting Light (full album)

"Por quê gravação dos gringos é sempre melhor?" - Lisciel Franco

"Gravação da banda Balthazar" - Lisciel Franco

"Gravando bateria de 1 a 8 mics" - Lisciel Franco

"Dinâmica de C. é Hola" - Lisciel Franco

"O Que é Preciso para Gravar Bateria?" - Gilson Naspolini

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A História Secreta da Obsolescência Programada

comprar-tirar-comprar2








O que é a obsolescência programada ?
Obsolescência programada é a decisão do produtor de propositadamente desenvolver, fabricar e distribuir um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não-funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar a nova geração do produto.
A obsolescência programada faz parte de um fenómeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como “descartalização”. Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos.

As baterias que ‘morrem’ em 18 meses, as impressoras que estão programadas para um determinado número de impressões, as lâmpadas que só duram mil horas … Por que, apesar dos avanços em tecnologia, produtos duram cada vez menos?
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Filmado na Catalunha (Catalunya), França, Alemanha, EUA e Gana, o documentário (Comprar, tirar, Comprar) é uma viagem através da história de uma prática empresarial que envolve a redução deliberada da vida de um produto para aumentar o seu consumo, como foi publicado em 1928 em uma influente revista dos EUA , o artigo ” Um produto que não se desgasta é uma tragédia para os negócios.”
O documentário, dirigido por Cosima Dannoritzer e co-produzido pela TV espanhola, é o resultado de três anos de pesquisa, onde fizeram uso de imagens de arquivos pouco conhecidos, fornecendo provas documentais e mostrando as desastrosas consequências ambientais decorrentes dessa prática. Também apresenta vários exemplos do espírito de resistência que está crescendo entre os consumidores e inclui a análise e a opinião dos economistas, designers e intelectuais que propõem alternativas para salvar o meio ambiente e a economia.



A lampada é origem da Obsolescência Programada.



Edison fez a sua primeira venda de lâmpadas em 1881.Durou 1.500 horas. Em 1911, um anúncio na imprensa espanhola destacou os benefícios de uma marca de lâmpadas com um certificado de vida de 2500 horas. Mas como foi revelado no documentário, em 1924, um cartel que reúne os principais fabricantes na Europa e os Estados Unidos negociaram para limitar a vida útil de uma lâmpada em 1000 horas. O cartel foi chamado Phoebus e oficialmente, nunca existiu, mas, em “Comprar, Tirar, Comprar”, nos é mostrado o documento que é o ponto de partida de obsolescência, que hoje é aplicado para a próxima geração de produtos eletrônicos, como impressoras e iPods, aplicada também na indústria têxtil, com o desaparecimento dos meios de testes.



Consumidores rebeldes na Internet.



Ao longo da história do vencimento previsto, o filme pinta um afresco da história da economia nos últimos cem anos e proporciona um fato interessante: a mudança de atitude nos consumidores através do uso de redes sociais e da Internet. O caso Neistat irmãos, o programador de computador catalão Vitaly Kiselev, Marcos López, fazem o embate na internet.



Africa lixão eletrônico do primeiro mundo



Este descarte constante tem graves consequências ambientais. Como vemos, nesta pesquisa, países como o Gana estão se tornando o 
gana
lixo do primeiro mundo eletrônico. Até então, periodicamente, vêm centenas de conteiners cheios de resíduos, sob o rótulo de “material de segunda mão” é o guarda-chuva de uma contribuição para reduzir a brecha digital e, eventualmente, tomar o lugar de rios ou campos onde as crianças brincam. Além da denúncia, o documentário da visibilidade aos empresários para que implementem novos modelos de negócio e ousam as alternativas propostas por intelectuais como Serge Latouche, que fala na ” Revolução do Decrescimento”, que consiste na redução do consumo e produção de tempo livre e desenvolver outras formas de riqueza, como a amizade ou o conhecimento, que não define o uso.
O mundo é grande o suficiente para atender às necessidades de todos, mas sempre demasiado pequeno, para a ganância de alguns. (Mahatma Gandhi)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Livros Sagrados (Religiões Comparadas)

A origem das religiões comparadas. A fenomenologia e o “homem religioso”
universal. 

Religião como conceito e como prática. Limites e possibilidades da
comparação

 A comparação entre religiões surgiu no século 19, situação em que, devido a uma
evolução vertiginosa da ciência, o homem passou a ter mais interesse pelo universal. Foi
uma época em que ocorreu uma expansão europeia na África e no Oriente, trazendo desses
lugares pessoas e objetos destinados à exaltação do espírito europeu daquela época: a
Vênus Hotentote, exposta ao público como inferior à Vênus da Europa ou os boleros de Ravel
– que se tornaram mais conhecidos do que a música de Bali na qual foram inspirados. Foi
nessa época também que ocorreu uma aproximação no campo da linguagem, como a
tradução da Bhagavad Gita.
 O século 19 escapou do domínio religioso absoluto. Estudos antropológicos e a
paixão pela erudição fizeram com que o outro deixasse de ser uma maravilha e se tornasse
objeto de estudo, caso em que até mesmo Dom Pedro 2º contratasse professores de árabe e
hebraico.
 No entanto, a crítica surge no momento em que a taxonomia e as classificações são
o primeiro gesto de domínio. Max Müller, por exemplo, tinha uma simpatia romântica pelos
povos primitivos e, ao colocar a Bhagavad Gita e a Bíblia lado a lado, perdeu a cátedra na
universidade por pressão dos religiosos. Os problemas, a princípio, rondaram o
europocentrismo daquele século, mas ainda hoje dialogam com o racismo e o evolucionismo
– que têm por pressuposto uma raça pura e originária -, o liberalismo – que populariza o
ateísmo nos fazendo crer que o futuro está na ciência e que o progresso acabará com a
religião – e a laicização, fazendo com que jovens abandonem a Igreja e que o mundo pense
a partir da superioridade de algum povo.
 O maior problema da comparação entre religiões é cairmos na fenomenologia.
Mircea Eliade, intelectual romeno, afirmou que o fato de as religiões serem universais e
imemoriais, ou seja, pelo fato de não existirem povos naturalmente ateus e a religião ser
anterior a todas as instituições, podemos considerar a espécie do Homo religiosus, uma
universal significante que nos permite comparar todas as crenças. Novamente encontramos
o problema de que não existe uma religião original, pura.



“Amaras o teu próximo como a ti mesmo.”
01. Tanakh – Em Português e Hebraico
02. Tanakh – Antigo Testamento em Hebraico
02. Talmud – Versão Babilônica, em Inglês
03. Mishneh Torah – Em Português e Hebraico
05. Zohar – Livro do Explendor, em espanhol. Download grátis


“Amem os vossos inimigos. Bendigam os que vos maldizem. Façam o bem aos que vos odeiam. Orem por quem vos persegue!”
01. Biblos – Bíblia em diversos idiomas, com Atlas, Dicionário, Enciclopédia, comentários biblicos e muito mais
02. Bíblia Online – Com mais de 50 traduções, em uma ou duas colunas
03. Bíblia Net – Com Dicionário, Estudos, Música, Perguntas e mais
04. SBB – Versões Almeida Revista e Atualizada, Revista e Corrigida, e Tradução na linguagem de hoje
06. Bíblia de Jerusalém – Download


“…aqueles cujas soma das boas ações forem mais pesadas, serão os bem-aventurados.”
01. ICW – Alcorão
02. Alcorão – Download em PDF


“Jamais, em todo o mundo, o ódio acabou com o ódio; o que acaba com o ódio é o amor.”
01. Tipitaka – Com diversas versões em Inglês


“Quando sentires que és um com Deus, sentirás que és um com todas as coisa.”
01. Rig Veda – Texto em Inglês, baixe aqui. É necessário registro
02. Mahabharata – Texto em Inglês


“As grandes almas são como nuvens, recolhem para dar.”
04. A Gênese


“Se teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, planta uma árvore; e se forem para cem anos, instrui teu povo.”
01. Kojiki
02. Nihon Shoki – Texto em Japonês


“…o nosso bem deve lutar diariamente para vençer o nosso mal. Só assim alcançaremos Anagra Raosha [Reino das Luzes Infinitas] “
01. Zend Avesta – Texto completo em Inglês


“Partilhe o fruto de seu trabalho com aqueles que necessitam, sem jamais esperar agradecimento. Essa ação é para o Eterno e para você mesmo.”
01. Guru Granth Sahib – Texto em Inglês


“O homem que move montanhas começa carregando pequenas pedras.”
01. O Confucionismo é uma das poucas religiões da humanidade que não possui Livro Sagrado, mas possui um conjunto de regras que formam uma filosofia moral de profundo impacto na estrutura social e cotidiana da sociedade oriental, especialmente a chinesa.