Jasão, preso num subterrâneo, sem a "vara de Moisés",estava enterrado vivo. Teria encontrado seu fim? Durante seis anos o leitor ficou imaginando o que lhe aconteceria.
Não só escapa, mas segue com sua missão, na Palestina do ano 30, nas pegadas de Jesus de Nazaré.
Operação Cavalo de Tróia 5 é um relato vibrante, cheio de surpresas e emoções -- não é recomendado aos cardíacos, no dizer do autor --, onde nos é aberta a porta do mundo silenciado pelos evangelistas. Por exemplo, quem poderia ter imaginado que Pôncio Pilatos era, na verdade, um louco?
Como nos anteriores, Operação Cavalo de Tróia 5 ficará na memória de todos, baseado que está em meticulosas pesquisas de várias fontes. Como J.J. mesmo nos diz, os Cavalos constituem uma obra mágica, e documentos estão sempre lhe chegando às mãos.
E, quando chegar ao final, um conselho: não se assuste nem se zangue, porque J.J. Benítez é assim mesmo...
Quando acabou de escrever a quinta parte de sua saga "Operação Cavalo de Tróia" (Editora Mercuryo), iniciada na década de 80, o escritor espanhol J. J. Benítez, 50 anos, achou oportuno avisar seus leitores: "Cuidado, este livro não é aconselhável para os que têm problemas cardíacos. "Escrevendo esta quinta parte do meu relato, eu mesmo senti medo". Alfred Hitchcock não teria feito melhor para arrepiar seus espectadores ainda antes do começo da fita.
por Tiago Jokura Ilustrações: infographic A morte de Jesus - lembrada pela Igreja , na Sexta-Feira da Paixão - teve início bem antes de ele ser pregado na cruz. Primeiro, Jesus foi submetido a um açoitamento, apenas um dos vários castigos que o enfraqueceriam mortalmente. Preso a uma coluna, Jesus teria sido golpeado nas costas com o flagrum, um chicote com várias tiras de couro e com bolinhas de metal ou lascas de ossos nas pontas. Essas pontas penetravam e esfolavam a pele, causando grande hemorragia e atingindo até músculos e ossos. Citada na Bíblia, uma coroa de espinhos colocada em Jesus - provocação dos soldados romanos ao "Rei dos Judeus" - aumentaria a hemorragia. Para ficar mais firme, ela poderia ter sido fixada a paulada, penetrando veias, artérias e nervos espalhados pela cabeça. Os historiadores que estudam a morte de Jesus acreditam que, ao carregar a cruz, ele tenha levado "só" o patibulum - a parte horizontal, com peso de até 27 kg. O mais provável é...
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